Helza Camêu - Canções


Compositora, pianista, professora e musicóloga, Helza de Cordoville Camêu, nasceu no Rio de Janeiro em 28 de março de 1903 e faleceu na mesma cidade em 1995.Sua produção musical mostra grande força expressiva, imaginação fértil e sobretudo uma total fidelidade aos cânones da escola nacionalista da música brasileira, tendo Villa-Lobos como principal referência. A Escola de Música da UFMG com seu projeto Resgate da Canção Brasileira, promove, além do resgate do repertório, a revitalização de obras que ainda não foram editadas nem publicadas. O compositor Jônatas de Souza Reis, que atuou como bolsista do projeto de 2007 a 2009, tem sido o responsável pela editoração eletrônica da obra completa para canto e piano de Helza Camêu (mais de 100 canções). Toda a obra para canto e piano de Helza Camêu será em breve publicada, finalizando assim o processo desse resgate oportuno de importantes registros musicais, que além de resgatar, dará visibilidade e tornará acessível tão importante produção musical. Estamos na fase final de revisão da editoração.

http://www.grude.ufmg.br/musica/cancaobrasileira.nsf/vwDocsAtivos/F81FA9E7675BA16783256DA4005E8435?OpenDocument

Ópera Tiradentes - Abertura

"Ópera Tiradentes” de Manoel Joaquim de Macedo (1847, Cantagalo, RJ – 1925, Cataguases, MG), com libreto de Augusto de Lima (1859, Congonhas do Sabará, atual Nova Lima – 1943, Rio de Janeiro). A obra foi composta entre 1897 e o início do Sec. XX. Os manuscritos, com cerca de cem anos, são um dos acervos de maior valor pertencentes à Biblioteca da Escola de Música da UFMG. Sua importância histórica se deve ao fato de usar um tema essencialmente brasileiro, revelando fatos e circunstâncias da história do Brasil, sendo um marco de criatividade e soberania musicais. Claramente influenciado pelo movimento Pós-Wagneriano, Macedo compõe uma ópera de grande extensão (sua versão integral teria aproximadamente 4 horas e meia de duração). Com harmonias cromáticas, instrumentação cuidadosa e expressividade na declamação cantada, Macedo conseguiu fazer desta ópera uma obra prima.






Rituais do Tempo - Oiliam Lanna





Sob regência de Fabio Mechetti, a Orquestra Filarmônica de MG abriu no dia 30-09-2010 o concerto com a estreia mundial de uma obra composta especialmente para a Filarmônica: Rituais do Tempo, do compositor Oiliam Lanna. A peça nasceu da ideia de experienciar o tempo e ultrapassar a noção de que este é um intervalo mensurável entre acontecimentos. Segundo Lanna, a peça é uma experiência subjetiva do tempo e é dedicada à memória do compositor belga, naturalizado brasileiro, Arthur Bosmans, seu mentor. Professor, regente e compositor, Lanna nasceu em Visconde do Rio Branco e mora há 40 anos em Belo Horizonte. Como professor da UFMG, ele é referência para inúmeros jovens compositores, tendo sido professor dos músicos Rafael Nassif, Sergio Rodrigo, (vencedores das edições 2008 e 2010, do Festival Tinta Fresca), e de Jônatas Reis (Menção Honrosa do Festival Tinta Fresca 2010), promovido pela Orquestra Filarmônica de Minas Gerais.

Louvor Sinfônico Nº 1 - Adoração ao Criador da Terra - Jônatas Reis


Peça finalista do Festival Tinta Fresca (2010) da Orquestra filarmônica de MG. Recebeu Menção Honrosa pela qualidade da orquestração. Escrita numa linguagem musical pós-romântica, com ênfase nacionalista, a peça é concebida como um canto de louvor e adoração ao Criador da Terra. Atmosferas e sentimentos contrastantes são explorados, desde momentos intimistas de contemplação e meditação, passando por momentos de tensão e mistério, até vibrantes manifestações de pompa, celebração e dança. Revela uma dinâmica na fusão de estilos, onde o popular e o erudito, o tradicional e o contemporâneo, a simplicidade e a complexidade se entrelaçam num colorido orquestral refinado e brilhante.

Promessas (2006) - Jônatas Reis


Promessas: Fantasia brasileira sobre um hino americano (2006).
Peça para banda sinfônica.
Inspirada numa melodia de um
hino cristão norte-americano,
utiliza elementos do jazz e da música
popular brasileira em sua construção.















TE DEUM - Jônatas Reis (2007)

Peça sacra para orquestra sinfônica, coro sinfônico e 4 cantores solistas, é a obra de maior envergadura do compositor Jônatas de Souza Reis. Utilizando o texto do TE DEUM em português, explora sonoridades e ritmos brasileiros numa linguagem moderna e altamente expressiva.












Meditação Sinfônica: Onipresença - Jônatas Reis

''Meditação Sinfônica - Onipresença'' foi, em dezembro de 2004, uma das obras vencedoras do Prêmio BDMG/FCS (Banco do Desenvolvimento de Minas Gerais/ Fundação Clóvis Salgado) de composição sinfônica.
O concurso, de âmbito nacional, recebeu 66 obras que concorreram ao prêmio de R$ 5.000,00 e à execução das obras vencedoras (''Meditação Sinfônica - Onipresença'‘, de Jônatas Reis e ''Prometeu - A Chama do Conhecimento'' de Ronaldo Cadeu) pela Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, regida pelo maestro Oilliam Lanna, em concerto no Grande Teatro do Palácio das Artes. A comissão julgadora foi formada pelos maestros Marcelo Ramos, Marlos Nobre e Oilliam Lanna. Em março de 2006 ''Meditação Sinfônica - Onipresença'' foi uma das obras escolhidas pela Orquestra Petrobras Sinfônica para seu 1º concerto da Série Século XXI (ciclo de concertos dedicados aos compositores brasileiros de música sinfônica do Séc. XXI), no qual foram executadas, sob a regência do maestro Marcelo Ramos, obras de outros compositores como Cláudio de Freitas, Marlos Nobre, Ney Rosauro e Ronaldo Cadeu.






























Chorinhos em Desfile - Belini Andrade

Belini Andrade, compositor mineiro de Abaeté, é autor de centenas de chorinhos, com 6 álbuns de partituras publicados, sendo 4 deles editados por Jônatas Reis.
Em 2004 o grupo de choro Flor de Abacate gravou seu terceiro CD, com músicas inéditas do maestro Belini.
Chorinhos em Desfile III (2006)
Chorinhos em Desfile IV (2008)
Chorinhos em Desfile V (2008)
Chorinhos em Desfile VI (2011)